Há três anos, o 5G custava mais de R$ 4.000. Em 2026, ótimos celulares 5G saem entre R$ 1.200 e R$ 2.200, com telas de 120 Hz, bateria para dois dias e câmeras bem decentes. Veja como escolher o ideal — e as armadilhas a evitar na hora de caçar uma boa oferta.
Mire o equilíbrio certo, não a ficha técnica
Na entrada e no intermediário, priorize bateria e tela em vez do processador mais potente. Uma tela AMOLED de 120 Hz muda seu dia a dia muito mais que um processador 10% mais rápido. Procure no mínimo 5.000 mAh de bateria e 6 GB de RAM — abaixo disso, o celular vai engasgar em dois anos.
Confira as bandas 5G e as atualizações
Nem todo celular «5G» pega 5G em todo lugar. Verifique se o modelo suporta as bandas da sua operadora, principalmente se você viaja. Outro ponto crucial: o tempo de atualizações. Algumas marcas prometem 4 anos de updates do Android em modelos baratos — isso vale ouro para a durabilidade do aparelho.
Câmera: desconfie do marketing
Um sensor de 108 MP não faz uma boa foto. Olhe testes reais em pouca luz em vez dos números: é aí que os celulares baratos se diferenciam. A estabilização óptica (OIS) na câmera principal é o critério real que separa fotos boas de fotos tremidas.
Compre na hora certa
O preço dos celulares cai rápido. Espere promoções ou os 3 meses após o lançamento: um modelo de R$ 2.000 costuma sair por R$ 1.500. Aparelhos recondicionados com garantia também são ótima opção — um top de linha do ano passado por R$ 1.800 muitas vezes supera um intermediário novo pelo mesmo preço.
Em 2026, pagar R$ 6.000 num celular é uma escolha, não uma necessidade. Com R$ 1.500 a R$ 2.000, tela fluida, dois dias de bateria e 5G de verdade, você tem 90% da experiência de um flagship. Compare, espere a promoção certa — e fique com a diferença no bolso.